sábado, 30 de outubro de 2010

Moral Igualitária

Em estrofes catastróficas abro o verbo mórbido.
Com mobilidade sórdida castro o ódio de meu peito.
 Na escura rua da exclusão individual me deito!
Em estreita veia sentimental corre sangue insólito.

Somente um hipócrita de coração sólido
Peleja e reza pela aceitação imposta,
 Em mente planejando semi-novas propostas,
Apresentando, pra si, respostas descartáveis,
Mortas!

Entre os iguais somos iguais,
Nos atos contínuos igualamo-nos tal a tal.
Nas atitudes carnais se aceitando pecador inerte,
Assustadoramente causando pecado mortal.

Está completo?
Repleto de energia cósmica dos mundos externos?
Ou um pequeno espectro suspeito de estética insustentável? 

Insuportável pra ti!
Mas somos todos anormais,
Animalizamos o espírito em fase,
 Outrossim, fazemos luz do animal.

Oh! Essência Luminosa Clara,
Caridosa, paira sobre lotes alheios,
Dote enclausurado receoso.
Receio...



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